- 22 de mai.
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Pentecostes
Naquele dia de Pentecostes, de repente, ouviu-se um grande ruído vindo do alto, como de um vento impetuoso, que ressoou fortemente por toda a casa onde os discípulos estavam reunidos. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, e toda a multidão ficou admirada, sem saber o que pensar. Então Pedro se levantou com os onze apóstolos e falou à multidão, e naquele dia houve um acréscimo de cerca de três mil pessoas ao número dos fiéis, todas batizadas em nome de Jesus. E assim, em meio a maravilhas e acontecimentos espetaculares, começou a Igreja.

Aqui também, gostaria de elevar a minha voz e lançar um clamor pentecostal que ressoe de um hemisfério ao outro, por todo o espaço universal do planeta. Um clamor que dissipa e bane a hesitação e a insegurança, e nos conduz às profundezas insondáveis do divino, sem apoio nem luz, em fé pura e nua.
Buscamos aqueles Guias que experimentaram a embriaguez de Pentecostes. Aqueles que foram sacudidos pelo vento impetuoso daquele dia, e como aqueles que receberam uma torrente do Espírito Santo, falam do Senhor Jesus como se estivessem embriagados, quase delirantes, de modo que tudo o que sai de suas bocas são palavras de ouro que produzem radiância e um santo zelo por Nosso Senhor Jesus Cristo. E que todos os presentes sejam eletrizados e marcados para sempre pelo selo indelével da face bendita do Senhor Jesus.
Extraído Carta Circular nº 24 Mensagem do Frei Inácio Larrañaga




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