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Relativizar é liberar-se
Muitas vezes será lembrada esta verdade: a mente humana é o manancial principal de nossas aflições. Se você despertar e tomar consciência disso, de que sua mente é a máquina que gera tanta angústia, desaparecerá de sua alma a maior parte de seus pesares e tristezas.
Gostaríamos de reter os momentos agradáveis, de eternizar os acontecimentos brilhantes, mas estamos comprovando que tudo nos escapa e se desvanece.

Desperte, pois, meu irmão, uma e outra vez, e em cada desgosto e preocupação tome consciência da relatividade de tudo o que acontece com você e, assim, economizará energias para elevar-se acima dos acontecimentos assustadores e para instalar-se nas profundezas imutáveis de sua presença, do autocontrole e da tranquilidade.
E, a partir dessa posição, poderá equilibrar o peso da existência, das ataduras do tempo e do espaço, e dos impactos que vêm fora ou de dentro. Quando isso acontecer, o mundo irá se encher de harmonia e alegria, e seus próprios irmãos irão se contagiar com sua libertação.
Extraído do livro “A Arte de ser Feliz” do Frei Inácio Larrañaga




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