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Salvar a si mesmo


Não há especialista que possa salvar-me com suas análises e receitas. A “salvação” é a arte de viver, e a arte aprende-se vivendo: ninguém pode viver por mim ou no meu lugar. Não há profissional ou orientador que seja capaz de infundir no discípulo coragem suficiente para jogar-se pela ladeira da salvação; é o próprio discípulo que precisa tirar de seu fundo ancestral as energias elementares para atrever-se a enfrentar o mistério da vida com todos seus desafios, exigências e ameaças.

É a própria pessoa que pode e deve salvar a si mesma, para adquirir a tranquilidade da mente e o gozo de viver. Para isso, tem que começar acreditando em si mesma e tomando consciência de que todo ser humano é portador de imensas capacidades que, normalmente, estão adormecidas em suas galerias interiores; capacidades pelas quais o homem pode muito, mas do que imagina, se as despertar e trouxer para a luz. Além disso, ele dispõe de sua mente, grávida de forças positivas a que pode dar livre curso.


Salvar-se é soltar as energias armazenadas lá dentro e muitas vezes amarradas, libertando-as para o serviço dos outros. É conseguir plena segurança e ausência de temor. É ir avançando, lenta, mas firmemente, da escravidão para a liberdade.


Ninguém vai fazer essa tarefa sagrada por mim ou no meu lugar. Eu tenho que ser o “salvador” de mim mesmo.


Extraído do livro “Sofrimento e Paz” do frei Inácio Larrañaga.

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